segunda-feira, 31 de março de 2008

sexta-feira, 28 de março de 2008

Confesso meus pecados

Dizem pra você inspirar e expirar, contar até dez, acalmar a mente, o peito, desopilar o fígado.

E dizem pra entregar tudo pro universo. E alongar o corpo. E soltar a última molécula de oxigênio ainda presa e dentro dela o passado ou um instante de vida mal resolvido, atravancando nosso espírito.

E ainda pra acalmar os batimentos, curar os ódios, matar as vinganças. E deixar a vida te levar.

E que a felicidade só existe na alma, jamais na mente, jamais no ego.

Tudo isso é lindo. Vai melhorar a pele, o cabelo, o sono. Vai colocar um sorriso bonito e pleno no seu rosto. As pessoas vão arrumar menos briga com você no trânsito e na vida ou, talvez, as pessoas continuem iguais, mas você nem as perceba mais.

Você será uma pessoa iluminada!

Acredito muito em tudo isso, mas, preciso defender um pouco de sentimentos menos puros em nossos corações.

É por conhecer a maldade que não deixo que me firam, que sejam maus comigo.

É uma pitada de vaidade que me faz levantar para ir à academia e conseqüentemente ficar mais saudável.

É um pouquinho de ambição que faz com que eu tenha empregos, pois o dinheiro traz, sim, algum tipo de felicidade, além de suprir as necessidades.

É uma porção de luxúria que faz com que eu tenha prazer e proporcione gozo ao meu homem.

É um pouco de egoísmo que faz que eu exija que me amem como mereço.

É um pouco de malícia que faz com que eu seja graciosa e atraia olhares.

É o gosto da prepotência que faz com que eu defenda meu ponto de vista.

E é o orgulho que me faz seguir em frente.

Ele já me maltratou muito ao longo da vida e quando sofro por qualquer coisa ou por qualquer pessoa, não sofro por nenhuma dessas coisas, sofro por ele estar ferido.

Mas foi ele que disse que eu poderia ser mais. Mais bonita, mais inteligente, mais rica, mais politicamente engajada, mais criativa, mais engraçada, mais cheirosa, mais esperta.

É ele que se incha e que me infla depois de uma nova conquista, um novo acerto, um novo aprendizado.

Foi ele que me trouxe até aqui. Metade anjo, metade demônio. Metade menina, metade mulher.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Pau pra toda obra!

Que os homens são importantes na vida das mulheres, é fato. Que cada um tem um grau de importância diferente, também.

Eles sempre foram namorados, rolinhos, prospects, paquerinhas, colírio para os olhos. Mas hoje o mundo pós pós-moderno trouxe uma nova categoria chamada PA.

Para quem não sabe, PA significa “Pau amigo”.

Pau amigo é aquele homem que só serve para comer quando os hormônios falam mais alto. Aquele pra quem você liga quando está subindo pelas paredes.

Geralmente é alguém que temos amizade, que rola uma química e até sentimos um carinho, mas não o suficiente para que ele saia do seu posto de PA e se torne algum dos outros exemplos dados acima.

É simplesmente uma reserva de emergência!

Como geralmente ele já está ciente, de certa forma ele é mais econômico, você não precisa explicar nada, ele já sabe o que fazer.

Não tem cineminha, jantarzinho, conquista antes. É só, oi, tudo bem? Que tá fazendo? Pode vir aqui hoje?

Só que vida de PA dura pouco. Como a relação não é interessante em outros níveis e se baseia em “na minha cama ou na sua”, chega uma hora que cansa.

Depois que você já usou aquele corpinho e sugou (inclusive literalmente) o que queria, perde a graça, exatamente por não existir interesse em evolução.

É só alguém para as entressafras mesmo.

Existe o risco dele se apaixonar, e se isso acontece já é dispensado logo, porque, essa, desde o início, não foi a intenção. E repito, ninguém escolhe para PA um cara que tem possibilidade para ser algo mais.

Parece meio sujo né, uma parte do histórico do universo masculino passando para o lado das mulheres.

Ainda acho que homens e mulheres continuam se procurando, continuam em busca de alguém especial e continuo defendendo o total amor e prazer desde que seja com alguém que te satisfaça de corpo e alma, porque esse sim é um relacionamento que vale a pena.

Mas que atire a primeira calcinha quem nunca tinha ouvido falar no assunto. ;-)

E vocês, meninos, se algum dia uma mulher falar que não quer só cama com vocês, sintam-se satisfeitos, pois significa que têm algo mais, mesmo alguns de vocês não se importando com isso.

Beijos...

terça-feira, 25 de março de 2008

Sobre martelos e pregos

Li num lugar outro dia um ditado que diz assim: “Se tudo que você tem é um martelo, trate o resto como pregos”.

E se o único que você tem é amor? Daquele quase indiscriminadamente por todas as pessoas?

domingo, 23 de março de 2008

Dói, mas passa

Quando dói, pelo menos a gente sabe que tem um mundo todo batendo no peito. A gente tem motivo pra comprar calcinha, a gente acredita em deus, tarólogo, numerólogo.

A gente desacredita em mãe, pai, psicólogo, amigo. A gente compra aquela historinha do destino, blablabla. A gente quase acredita em amor.

Quando dói, dói e ponto. A gente enche cadernos e cadernos de grafite e lágrima.

Quando ainda dói, a gente até sorri. A gente conta os dias, a gente espera em silêncio aquele evento sem nome, aquele encontro casual.

A gente treina como vai passar a mão no cabelo, a gente treina cada gesto mínimo pra dissimular uma indiferença tão mentirosa.

A gente treina levantar a sobrancelha e o nosso sorriso mais feliz. O 'oi' mais jovial e despretenso (mesmo sabendo que na hora a gente ficaria com o 'oi' entalado em algum lugar entre a boca do estômago e as amídalas).

Quando dói, a gente espera a grande redenção do mundo ante nosso tão poderoso querer e nossa tão onerosa espera, porque dor é irmã do desespero. Mas dor também é mãe da esperança.

E é aí que eu me agarro, eu inclino meu corpo todo, eu me estico e puxo, e eu alcanço pelo rabinho, e peço pelo amor de deus, pra que pelo menos ela não me deixe.

Porque é quando enfim sara e pára de doer, meus caros, é aí que o bicho pega.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Quebra-cabeça

Costumo dizer que as pessoas são como quebra-cabeças, formadas de várias partes.

Quem já viu o seu quebra-cabeça montado, completo com todas as peças e sabe qual formato e desenho ele tem?

Quem consegue saber se você está triste ou feliz sem você precisar contar?

Quem consegue ver uma coisa e dizer que aquilo tem a sua cara?

Quem sabe que você não quer compromisso, mas comprometimento. Que pra você o que vale não é o papel assinado, mas a palavra dada?

Quem conhece seus sonhos e objetivos? Quem sabe o que você já fez antes de se conhecerem e já ouviu suas histórias engraçadas?

Quem sabe qual é sua bebiba, música, cor, comida preferida, que você adora andar descalça e tomar banho de chuva?

Quem já te viu fazer loucuras, fez junto ou já te ouviu contar sobre elas?

Quase dá pra contar nos dedos, não é.

Quando somos crianças ou adolescentes damos tudo isso de graça, estamos 100% disponíveis. Já na vida adulta é diferente, é mais complicado, precisamos nos dispor a “perder tempo” montando e conhecendo as peças do outro. E mais, precisamos desvirar as nossas peças para que os outros vejam.

Pra conhecer alguém de verdade é preciso convivência, dia-a-dia, passar por diversas situações.

É preciso desde ir ao shopping, ao cinema até tomar vários porres juntos.

É preciso desde um almoço pra saber se você come ou não tomate até uma divertida viagem.

É preciso desde o primeiro beijo até o sexo.

É preciso contato, é preciso entrega e disponibilidade que hoje nos é impedida pela falta de tempo, ou pelo nosso coração já calejado que pode demorar pra se abrir ou pra tirar o pé de trás.

Eu estou disposta a me mostrar desde que a pessoa queira, e estou disposta a descobrir desde que a pessoa deixe.

Como diz a propaganda da tv, quero menos. Quero menos falta de tempo, menos resolver tudo por e-mail, menos distância, menos formalidade, menos roupa, menos complicação.

Quero menos pra você também, para que a gente possa se dar mais.


terça-feira, 18 de março de 2008

Por mais que acredite, ainda me impressiono com uma força maior, com a intuição.

E também me assusto com as coisas acontecendo na hora certa, na hora em que têm que acontecer.

Mesmo que a gente não entenda de imediato, sinta ódio profundo e ache que é muito azar, por mais que a gente tenha livre-arbítrio, a vida tem vida própria e às vezes ela se impõe.

Em alguns casos o que parece azar pode ser muita sorte. Principalmente por eu ser assim, pessoa que não cabe em si mesma.

Tudo deve fazer parte de um plano maior, deve ser o destino não deixando fugir do rumo, não deixando ciclos sem fechar, não deixando acontecer o que não se pode mudar, não deixando escapar do propósito de estar aqui.

São só movimentos de reorganização das peças que formam a engrenagem, limpeza, fortalecimento e renovação.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Atemporal

Algumas vezes o passado volta na vida da gente.

Na verdade não posso chamar de passado, porque sempre se fez presente.

É um presente esporádico, um presente que não está mais grudado todos os dias, mas que está ali ao alcance pra quando der, quando quiser, quando precisar.

E quando está é tão bom!!!

Queria que fosse todos os dias como antes, mas como não é possível, aproveitamos todos os minutos e a intensidade que eles têm.

Fico feliz de poder ter vários passados constantes na minha vida, pois eles são capazes de se renovar e trazer outros futuros.

Foram só cinco dias, mas como eles valeram pra eu ter cinqüenta outros mais leves, valeu muito a pena. Sempre vale.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Ontem

Ontem deu vontade de me apaixonar. De pensar em todas aquelas surpresinhas, presentinhos, brincadeirinhas, agradinhos que se tem por aí. De comemorar todos os meses. De ter sempre alguém pra ligar a qualquer hora. De ter companhia incondicional pra todas as coisas.

Ontem deu vontade de chegar em casa aquela hora e dormir juntinho, agarradinho, aconchegada no peito. De fazer amor de manhã. De passar as horas livres do dia pensando em alguém, esperando a hora chegar pra ver esse alguém de novo.

Deu vontade de fazer planos, mas planos que pudessem ser concretizados.

É, foram as lembranças. Lembranças boas. As dicas. Será?!?

quarta-feira, 12 de março de 2008

Mulher de fases

A vida da gente é cheia de fases. Tem a época dos bailinhos, lá pela quinta série, quando você fica louca para dançar música lenta com aquele menino por quem você é apaixonadinha.

A fase das festas de 15 anos, praticamente uma a cada fim de semana. Depois tem a fase da faculdade, das baladas fortes, das viagens.

Tem a época das formaturas e você vai a de todos os cursos. Daí todo mundo começa a namorar sério e você sempre sai de casalzinho.

Chega a época dos casamentos e fora o fato estressante de ter que arrumar 500 vestidos diferentes, porque os convidados de todos são, em sua maioria, os mesmos, você vai, brinda, se diverte, escreve seu nome na barra do vestido e calça o sapato da noiva.

Tem a hora também dos open house, dessas mesmas amigas que se casaram ou das que moram sozinhas. E, pelo irremediável ciclo da vida chega a hora do chá-de-bebê.

É estranho, por mais que você ame todos os seus amigos e amigas e vá amar tudo o que vier deles, essa é uma hora em que você percebe que estão em ritmos diferentes.

Sou uma boa tia, tanto dos meus sobrinhos de sangue, quanto dos meus sobrinhos de coração. Eu rio, brinco, rolo no chão, conto história, sempre tenho chiclete, mas na hora que é serio entrego pra mãe.

Não consigo imaginar que da minha barriga, já não tão malhada quanto um dia foi, mas em total condição de voltar a ser, vai sair um serzinho que vai mudar toda a minha vida e depender de mim totalmente.

Não dou conta nem de mim, como vou ser responsável pela sobrevivência de outro?

Gosto de ser mulher com toda a força que isso significa e nunca me imaginaria sendo outra coisa, mas às vezes gosto de ser filha, de ser esposa, de ser mimada.

Tem hora que se tivesse alguém pra resolver os meus problemas, ou se as soluções caíssem do céu, eu adoraria.

Na minha vida, a referência criança começou quando eu tinha 17 anos. Época em que minhas amigas e primas, incluo os homens também, começaram a ter filhos. Alguns por acidente, outros pra segurar namorado, mesmo a gente sabendo que mais afasta, outros porque queriam mesmo...

E então vendo o que tudo aquilo era, a responsabilidade, o que tudo representa, o amor incondicional natural, percebi que não queria.

Não que não queira essas lindas pessoinhas na minha vida, quero, lógico que quero, mas acho que um tipo de mãe moderna pode ser tia, madrinha ou boadrasta.

Mesmo hoje já mais velha, mais madura, mais vivida, vendo esse lado materno de uma outra maneira, com exemplos e modelos mais estruturados, diferentes dos da adolescência, ainda não me vejo nesse papel de provedora.

Não que tenha um coração de pedra, ou que seja egoísmo, pelo contrário, e quem me conhece sabe que se eu não puder me doar 100% por alguém ou algo, não serei eu.

Pode ser uma coisa de personalidade, sei lá. Mas percebo que atualmente não sou a única a pensar assim. Menos mal.

Por enquanto vamos abraçando os bebês que a vida nos oferece e fazendo do chá-de-bebê de cada futura mamãe, o mais divertido possível.

E dá-lhe fralda.....rs

terça-feira, 11 de março de 2008

Oferecimento, Rádio RP FM

Gosto da letra e do que ela representa. Gosto da música, principalmente do começo que tem um quê mais sensual. Escutei muito esta semana depois de rever um filme antiiigo. Resolvi dividir. Principalmente com as meninas...

Games, changes and fears
When will they go from here?
When will they stop?
I believe that fate has brought us here
And we should be together babe, but we're not
I play it off but I'm dreaming of you
I'll keep my cool but I'm feinding

I try to say good-bye and I choke
I try to walk away and I stumble
Though I try to hide it, it's clear
My world crumbles when you are not near
Good-bye and I choke
I try to walk away and I stumble
Though I try to hide it, it's clear,
My world crumbles when you are not near

I may appear to be free but I'm just a prisoner of your love
I may seem all right and smile when you leave
But my smiles are just a front
I play it off but I'm dreaming of you
I'll keep my cool but I'm feinding

I try to say good-bye and I choke
I try to walk away and I stumble
Though I try to hide it, it's clear
My world crumbles when you are not near
Good-bye and I choke
I try to walk away and I stumble
Though I try to hide it, it's clear,
My world crumbles when you are not near

Here is my confession
May I be your possession
Boy I need your touch
Your love kisses and such
With all my might I try but this I can't deny

I play it off but I'm dreaming of you
I'll keep my cool but I'm feinding

I try to say good-bye and I choke
I try to walk away and I stumble
Though I try to hide it, it's clear,
My world crumbles when you are not near
Good-bye and I choke
I try to walk away and I stumble
Though I try to hide it, it's clear,
My world crumbles when you are not near


domingo, 9 de março de 2008

Luuuuuuuuu

Você que nem sabe o quanto me deu, que nem sabe o tanto que me dá ao me deixar participar, envolver, opinar.

Você que tem um jeito todo particular de ser, um coração maior que você mesmo, às vezes, pra algumas coisas, um menino ingênuo que, por sorte, ainda não foi corrompido pela vida.

Alguém de alma pura e sincera que diz com os olhos, o abraço e o sorriso o que as palavras não precisam explicar.

Pra você eu desejo sorte, novos meios, novos horizontes, novas ambições e novos desafios.

Um período de descobertas, não só profissionais, mas pessoais que um novo universo pode trazer.

Um período de coisas novas, diferentes e motivadoras.

Que seja um tempo de escolha, de escolha pra agora, e de escolhas para o futuro.

Suba seu degrau e de vez em quando salte do trampolim. Permita-se.

O que quiser faça, ouse, brilhe. Quero ouvir falar. Vá e volte, transite quantas vezes precisar.

Essa sua meio mãe, irmã, conselheira, amiga e pentelha te adora e tá aqui torcendo.

Continue frito, continue engraçado, continue questionador e curioso, continue você.

Beijos


sexta-feira, 7 de março de 2008

Fantasias

Preciso de um traje para ir a uma festa à fantasia e, no meio dessa decisão sobre o que vestir, acabei pensando sobre outros tipos de fantasia.

Elas começam com as meninas brincando de princesa, passam pelos meninos trancados no banheiro com uma revista na mão e chegam até as sexuais que povoam nossas cabeças.

Eu particularmente não espero ver o cara vestido de bombeiro, policial, nem usando aquela cuequinha com tromba de elefante. policial nem usando aquela cuequinha a, passam pelos meninostrancados no banheiroos tipos de fantasia.Minhas vontades envolvem mais lugares, sensações, gostos.

Gelo, venda, chocolate, pluma. Vontades inesperadas no meio da rua, beijos roubados. Palavras são coisas boas também.

Tenho um negócio meio que de demarcar território. A cama do cara, o carro do cara, o trabalho do cara (esse sempre é bem difícil, muitas vezes impossível).

Quem nunca quis parar o carro na estrada, no banheiro da balada, na escada do prédio...

Confesso que sou uma apaixonada por lingerie e faço isso não só pelo cara não. Faço por mim. É muito bom sair do banho e vestir algo que te faça sentir gostosa, poderosa. Por isso meninas, nada de calcinhas bege nem com desenhinhos infantis.

Uma vez perguntei se, caso fosse uma profissional, se poderia me considerar do “alto escalão”. E ai dele se tivesse dado uma resposta diferente da que deu porque, nessa hora, tanto homens quanto mulheres querem se sentir os melhores, pois se assim acharem que são, assim serão.

Vocês acham que só vocês homens se preocupam com a performance? Se estou depilada, se minha pele está macia, o que o cara gosta...

Fantasiar sobre sexo nada mais é do que um recurso natural para alcançar o prazer combinando, corpo, mente e sentimentos. Com a fantasia podemos aumentar o prazer do ato em si.

Muitas
vezes ela funciona como 'ensaio mental' para experiências posteriores. E isso é uma boa parte. Nada melhor do que pensar durante o dia sobre o que quer fazer com o cara durante a noite.

Umas das coisas mais loucas que já fiz foi.....humm essa não vou contar aqui, acho que já me expus demais. Essa informação é pra bem poucos íntimos.

Claro que não temos fantasias todas as vezes, mas de vez em quando apimentar, surpreender, faz um bem.

Quanto a meninas que querem ser princesas quando os meninos só querem satisfação a gente fala depois. Sobre a roupa da festa, também revelo depois. Por enquanto fica o que eu acho.

Entre duas pessoas vale tudo desde que os dois queiram. O importante é ter prazer, de preferência de corpo e alma, sempre.