segunda-feira, 30 de junho de 2008

Filosofando

Existem duas maneiras de não sofrer.

A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo.

A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o quê, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço.

domingo, 22 de junho de 2008

Até o Universo conspira a favor

Sol na casa 5, Lua na casa 1

Sol e Lua transitam por casas naturalmente harmônicas entre si entre os dias 22/06 (hoje) às 21h42 e 25/06 às 2h34: o Sol na Casa 5, setor do prazer, e a Lua na Casa 1, o setor da identidade, sendo este um momento especial para tudo o que diz respeito ao lazer, às diversões, à satisfação da sua "criança interior".

Nesta fase, seu magnetismo sexual fica mais forte, você terá mais presença, mais luz! Que tal aproveitar pra dar aquele trato no visual, dar um tempo pros pudores e se exibir um pouquinho? Todo mundo tem seu momento de estrela!

Esta é uma ótima fase para você se colocar, se expor. Você provavelmente estará se apresentando de uma maneira agradável e envolvente, os outros estarão sentindo empatia em relação a você.

Reflexão para o período: o prazer faz parte da existência e eu mereço vivê-lo!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Nada está perdido

sexta-feira, 13 de junho de 2008

13 coisas para se fazer na sexta-feira

1. Preparar um banho gostoso

2. Te esperar semi-nua, só de calcinha, talvez

3. Admirar sua cara de surpresa

4. Me exibir e perguntar se você gostou

5. Ajudar você a se despir

6. Te beijar todo

7. Ajudar você a (terminar de) me despir

8. Entrar naquele banho com você

9. Brincar de ensaboar

10. O que a vontade mandar

11. Ficar lá sob a água, ou mudar de lugar

12. Continuar

13. Te encher de carinhos

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Assim

Quando teu cheiro impregna em mim
Nem um perfume consegue disfarçar
Tem um poder tão intenso
Capaz de liberar todos os demônios

Você sabe como despertar o perigo
Excitar cada célula do meu corpo
Desvendar o enigma da natureza
E amansar esse infinito prazer

Mostre o animal vigoroso e robusto que há em você
Prestes a atacar como um bárbaro
Forte e capaz de demarcar o território
E penetrar energicamente até a alma se libertar

Uma perda para os amantes

Venho, por meio desta, informar que a querida Dorotthy, do Fantástico Mundo de Dorotthy Words (ver link ao lado), não está mais entre nós.

É, num rompante de amor e desejo desesperados, ela, Dorotthy, amarrou uma corda no pescoço e atirou-se, quase nua, para um outro mundo.

O blog ficará lá, mas, infelizmente, não teremos mais posts novos, deixando aquele link meio abandonado e os escritos para a posteridade.

Quem quiser pode continuar acessando e deixando comentários. Tenho certeza que ela os verá de algum lugar.

Oh querida amiga e adorada Dorotthy, onde quer que você esteja, se tiver vontade, volte lá qualquer dia para se expressar, ou passe por aqui.

Já sinto falta de palavras tão calientes e sentimentos tão profundos.

Boa sorte em sua nova jornada!

Beijos da sua amiga Revisora do Prazer.

P.S. Foi só o personagem. Nossa querida continua lá no Behind the Fog.

sábado, 7 de junho de 2008

Ok. What about love?

Numa semana onde vi um cinema inteiro chorar com o final da Carrie em Sex and the City. Numa semana onde superei alguns dos meus medos pra conhecer uma pessoa nova. Numa semana onde me surpreendi com essa pessoa nova, faço esta pergunta: What about love?

Numa semana onde vi uma amiga abrir mão de coisas que não eram satisfatórias. Numa semana onde vi essa mesma amiga ser pedida em namoro (uma coisa até antiquada nos dias de hoje, não) e uma segunda juntar os trapos com o namorado, pergunto: O que é esta coisa, esta força, este ímpeto que nos move e move o mundo?

Numa semana onde vi uma terceira amiga, conscientemente, se envolver e ter expectativas com alguém que não deixou nenhuma possibilidade, que confirmou que só tem migalhas a oferecer, pergunto: Até onde chegamos em nome de algo que não sabemos definir?

Independente do tipo de relação que se tem, ou do nome dado a ela, o fato é que todo mundo quer alguém.

Às vezes não necessariamente alguém pra “chamar” de seu, mas alguém que esteja ali, que se possa ter em todos os sentidos, que se possa contar, que “seja” seu, um porto seguro.

Isso é uma coisa que não se escolhe, que acontece, mas chega certa hora, certa idade na vida, que é inevitável.

Pode ser na adolescência quando você é toda descobertas e acha que morrer de amor é uma enorme possibilidade. Pode ser lá pelos 35 quando você pensa em constituir família. Ou pode ser quando você sabe um pouco quem é você e decide viver, e tem um companheiro que vai viver o mundo e a vida com você.

São tantas as possibilidades.

Dá medo eu sei, principalmente porque na maioria das vezes ele chega sem avisar.

Algumas vezes ele avisa, bate na porta antes, mas depois que você abre a porta, ou uma pequena janela, e deixa ele entrar, você não tem mais controle total da situação.

Qualquer relacionamento, por mais estável que seja, tem sempre um pouquinho de insegurança, de incerteza, o querer satisfazer, querer acertar, o fator surpresa que em algum momento te deixa sem saber o que sentir, como agir.

Mas calma aí, tem também um montão de coisa boa. Tem paixão, tem desejo, tem descoberta, tem sorriso, tem beijo, abraço, amasso, sexo (e nesse campo, a exploração é infinita, desde o começo quando ainda estão se ajustando, se encaixando, aprendendo, até quando já existe grande intimidade, cumplicidade), surpresa, diversão.

Não consigo uma explicação, uma definição.

Que não é imortal, posto que é chama, mas que deve ser infinito e sem amarras enquanto dure.

Pode ser.

Eu sou chama e por isso posso ser inconstante. Entendo como é.

Sei que o amor tem que estar em você e por você em primeiro lugar. Depois no outro e paralelamente a isso nas coisas que você faz.

Aprendi que cada relacionamento é único e nele estão envolvidas duas únicas pessoas e que essas duas pessoas é que sabem o que acontece, o que sentem, o que fazem, o que decidem, porque só elas sabem o que envolve, o que significa, o que liga.

E só elas podem tomar as decisões que envolvem o casal. Mesmo que ela pareça não fazer sentido aos olhos alheios.

Descobri que deixar de ser você mesmo não vale a pena, pois no contrato de amor, assim como no de uma sociedade, as pessoas estão ali pra somar, pra se doar, pra aumentar e nunca pra diminuir, dividir.

Garanto que garantias não existem, e que não vale a pena pensar nelas mesmo que sua ausência aumente o frio na barriga. Mas pra que apressar o inevitável se ele pode nem chegar?

Viver é correr riscos, amar é só mais um. Enjoy it!

terça-feira, 3 de junho de 2008

Constatações

Abra um espaço e surpreenda-se.

Permita-se e aproveite.