quarta-feira, 27 de maio de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ataque súbito

Sabe aqueles dias em que você é invadido por um súbito ataque de felicidade, e que , na maioria das vezes, você não sabe de onde vem, mas não quer que vá embora, nunca?

Pois é. Às vezes me esqueço de como a gente pode ser feliz.

E agora eu sou o próprio reino da alegria, e eu quero dar um selinho em cada um dos meus amigos e fazer uma dancinha leve, como quem voa.

E eu quero que hoje seja o dia das declarações de amor, como quem não tem medo de nada.

E quero um riso besta, daqueles que nao descolam da boca da gente nem com temporal lá fora, porque pelo menos por hoje, os temporais de cá dentro viraram a cadência brilhante de um arco-íris technicolor.

Pra todos os tipos, não só pra um coração

As dores são criaturas que nunca se vão por si só.

Você pode tentar entreter as dores, alimentá-las, dormir com elas ou ignorá-las. Não adianta.

Lhes é preciso abrir a porta e mostrar o caminho da rua. 'Por aqui, senhora dor, por aqui, por favor, por favor, isso, vá, vá'.

Só que algumas dessas dores, elas são muito saudadeiras e ante qualquer espaçozinho, elas voltam. Entram pela porta dos fundos e tiram tudo do lugar de novo, principalmente se tiverem sido mandadas embora de forma gentil.

E com essas dores teimosas há de se agir bem firme e esquecer as sutilezas. Há de mandá-las embora sem explicação e sem muito hesitar (as dores também gostam muito das casas das pessoas que hesitam).

Há de se vedar hermeticamente qualquer fresta pela qual ela poderia se esgueirar e entrar de mansinho.

Há de recolher tudo, deixar tudo que pertence à dor do lado de fora numa caixa de papelão - de preferência bem longe, do outro lado da rua, só no caso de ela querer voltar com a desculpa de buscar alguma coisa que é dela. E as dores são bem dessas coisas.

E aí, um belo dia, se você se mantiver forte, a dor vai simplesmente desistir da sua casa e ir andando pra longe.

E nesse dia você vai poder abrir as portas e as janelas sem medo, só pra vida entrar colorindo as tuas coisas.

Só pra ver você passar

Lá no blog da minha amiga (shimarina.blogspot.com) tá rolando uma enquete, rsrs, que é mais ou menos assim: de quem você gostaria de receber um ensaio sensual?

Putz, difícil, né? Não sei se mulheres têm isso de ficar vendo foto de homem em revista, até porque as revistas onde eles saem não são destinadas pra elas.

A gente vê, lógico, mas de um jeito bem diferente de homem, sem levar pro banheiro ou colar no teto do quarto.

Eu, particularmente, se é pra ter assim, digamos, um estímulo artificial, prefiro algo com movimento e som, entendem?

Ver meu queridinho lá, num filme, numa novela, num programa, pra mim, é muito melhor que uma simples foto.

Mas, enfim, já que tenho que falar dos caras que me tiram suspiros, fiz aqui, rapidinho, uma lista, não necessariamente em ordem de importância, e pode ser que eu tenha esquecido algum, com 10 dos inatingíveis do momento.

Óbvio que o nome daquele vizinho ou daquele amigo não dá pra colocar aqui, né!

- Jude Law (o primeiro sempre)
- Patrick Dempsey
- Hugh Jackman
- James McAvoy (vejam ele em Amor e Inocência)
- Matthew McConaughey
- Rodrigo Santoro
- Ricardo Pereira
- Malvino Salvador
- Wagner Moura (casava com ele ontem)
- Rodrigo Lombardi

E vocês, meninos e meninas, em quem vocês dariam uns amassos??

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Damaged people are dangerous because they know they can survive.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

domingo, 3 de maio de 2009

Na balada

Da série, das coisas (sem noção) que a gente escuta dos caras por aí, quando estão tentando xavecar a gente.

- Aquele cara ali pediu pra eu te apresentar pra ele. E aí, rola?

- Seu cabelo é muito bonito, parabéns!

- Você malha? Musculação? Eu gosto de musculação. Amanhã vou pedalar. Você tem bicicleta?

- Aceita um sorvete? Só eu como sorvete na balada.

- Prazer, você é muito bonita, muito bonita, mesmo. Levanta aí pra eu poder ver você. Pra eu poder ver como é o seu corpo.

- Você veio aqui ontem? Não? Só tinha mulher aqui ontem. Até arrumei uma namoradinha.

- Você se formou em quê? A menina que estava aqui comigo também se formou nisso e dá aula. Ah, você não dá aula? Nossa, que legal? Então quer dizer que você também é boa de inglês?

- Você veio com ele, mesmo?

- Prazer eu sou Fulano. Só Fulano.

- Vou pegar uma bebida. Você quer alguma coisa? Nada, nem água? Você parece um pouco tímida. Você se considera?

- O que você faz além de ser bonita?

- Senta aqui, pode sentar aqui. Só tem mais duas pessoas na mesa, tem essa cadeira sobrando.

- Eu até achei que eles não fossem deixar eu entrar de bermuda e de tênis. Mas eu morei muito tempo fora, acostumei, não consigo mais me arrumar pra sair. Mas foi tranqüilo, de boa. E também, eu tenho moral aqui, né. Eles não iam me impedir.

- Você conhece lá? Eu também conheço, que legal, lá é bom, muito bom. Qual foi o nome do lugar que você acabou de falar, mesmo?

- Hoje eu te achei, achei você aqui. Não vou precisar ficar te procurando.

Mas, pelo menos, a gente ri, e ri muito, da maioria. E de uma forma ou de outra, faz bem pro ego.
Tenho desejos maiores, eu quero beijos intermináveis até que os olhos mudem de cor, quero gosto sincero de amor.